segunda-feira, 23 de abril de 2012
Saída.
Um copo a mais, ou a menos.
Um rosto a mais, ou a menos.
Sexo demais.
Bocetas demais.
Caralhos demais.
Sexo.
Porra de menos!
Cerveja, cerveja, Cerveja.
Agora porra, demais.
Café, café, cura.
Agora morra
Jamais.
quarta-feira, 14 de março de 2012
Flor.
Aquelas nuvens
envoltas pelo sol quente,
forte e vivo de uma tarde
quente, forte e viva.
Os passos como lindas
historias contadas
em pequenos riscos de areia
feitos com aquela vivacidade
unica.
Maos na areia, como
maos em seus proprios cabelos.
Maos no cabelo, como
maos livres de quem
sente a liberdade escorre-las.
Uma mescla de por e nascer
de um outro sol
com beleza igual ou superior.
E o florescer de uma rosa
em meio a todo esse paraiso
é como nascer em meio a todas as rosas!
envoltas pelo sol quente,
forte e vivo de uma tarde
quente, forte e viva.
Os passos como lindas
historias contadas
em pequenos riscos de areia
feitos com aquela vivacidade
unica.
Maos na areia, como
maos em seus proprios cabelos.
Maos no cabelo, como
maos livres de quem
sente a liberdade escorre-las.
Uma mescla de por e nascer
de um outro sol
com beleza igual ou superior.
E o florescer de uma rosa
em meio a todo esse paraiso
é como nascer em meio a todas as rosas!
terça-feira, 13 de março de 2012
Linda e leve.
Olhos em tom de brisa
na madrugada que suga o que
tenho de bom
principalmente meus versos
volte como um raio, luz vermelha
queimando o que se chama coração
de maneira a deixa-lo em cinzas
deixa-lo equivocadamente
entregue a algo que ele não compreende.
aqueles olhos tenros
cheios da mesma vivacidade
daquela vez que a vi
linda e leve e cheia daquele charme
todo dela.
volte como brasa
ascendendo um corpo
ou um cigarro, ou mesmo
uma lareira
que a musica fica por minha conta.
na madrugada que suga o que
tenho de bom
principalmente meus versos
volte como um raio, luz vermelha
queimando o que se chama coração
de maneira a deixa-lo em cinzas
deixa-lo equivocadamente
entregue a algo que ele não compreende.
aqueles olhos tenros
cheios da mesma vivacidade
daquela vez que a vi
linda e leve e cheia daquele charme
todo dela.
volte como brasa
ascendendo um corpo
ou um cigarro, ou mesmo
uma lareira
que a musica fica por minha conta.
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Menina, pequena maré, lua cheia
Maré de ondas longas
por todo esse seu cabelo calmo
macio
e eu te canto as vezes
musicas que não cantei
e não cantarei pra nenhuma outra.
Quero engolir teus medos
assim como voce me
engole
com teus olhos vividos
e cheios de amor.
Cada novo olhar
diferente dos antigos
cada novo toque
diferente
dos que jamais senti.
Minha lua cheia
de paixão, de brilho,
brilhe sempre na minha
estação e me deixe ser
sempre seu.
E voce me pede que não a deixe
e eu te peço o mesmo
porque voce é o que preciso
e agora é toda minha
essencia!
minha vida inteira
escorrendo pelo meu corpo
e pelo que
sinto!
por todo esse seu cabelo calmo
macio
e eu te canto as vezes
musicas que não cantei
e não cantarei pra nenhuma outra.
Quero engolir teus medos
assim como voce me
engole
com teus olhos vividos
e cheios de amor.
Cada novo olhar
diferente dos antigos
cada novo toque
diferente
dos que jamais senti.
Minha lua cheia
de paixão, de brilho,
brilhe sempre na minha
estação e me deixe ser
sempre seu.
E voce me pede que não a deixe
e eu te peço o mesmo
porque voce é o que preciso
e agora é toda minha
essencia!
minha vida inteira
escorrendo pelo meu corpo
e pelo que
sinto!
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Poema de Improviso
Pode parecer clichê
o fato de que todos os poemas
soem como algo que usurpe
a vida que levo.
Poemas sobre sexo
bebidas e cigarros
e a música e todas as mulheres
que tenho, tive ou apenas quis
e sobre as pessoas
e o modo com elas andam
falam e sussurram e dirigem.
Pode parecer que tudo
não passa de ilusão,
e de certa forma não tiro
a razão disso, mas
Quando voce realmente
sentar-se diante uma janela
com um cigarro lhe queimando
o juizo e uma caneta
rabiscando todo seu corpo
e papeis que antes estavam brancos,
só ai voce vai entender
que tudo que voce vive, ou viveu
não passa de contos, cronicas ou poemas
A diferença é o modo que voce
encara isso. De frente
ou morto!
o fato de que todos os poemas
soem como algo que usurpe
a vida que levo.
Poemas sobre sexo
bebidas e cigarros
e a música e todas as mulheres
que tenho, tive ou apenas quis
e sobre as pessoas
e o modo com elas andam
falam e sussurram e dirigem.
Pode parecer que tudo
não passa de ilusão,
e de certa forma não tiro
a razão disso, mas
Quando voce realmente
sentar-se diante uma janela
com um cigarro lhe queimando
o juizo e uma caneta
rabiscando todo seu corpo
e papeis que antes estavam brancos,
só ai voce vai entender
que tudo que voce vive, ou viveu
não passa de contos, cronicas ou poemas
A diferença é o modo que voce
encara isso. De frente
ou morto!
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Qualquer
Qualquer palavra,
e qualquer sorriso,
qualquer som e imagem,
e até
qualquer desaforo,
e promessas de um
amanha melhor.
Nada disso realmente importa.
Nada disso é algo
tão valido quanto
sentir essa pele,
esse seu sarcasmo,
e seu halito de cerveja
e cigarro, e o jeito
que voce mexe
no meu colo
e seus olhos me falando
para ir mais fundo
no amor
e no sexo.
e qualquer sorriso,
qualquer som e imagem,
e até
qualquer desaforo,
e promessas de um
amanha melhor.
Nada disso realmente importa.
Nada disso é algo
tão valido quanto
sentir essa pele,
esse seu sarcasmo,
e seu halito de cerveja
e cigarro, e o jeito
que voce mexe
no meu colo
e seus olhos me falando
para ir mais fundo
no amor
e no sexo.
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Dois goles
Madrugada Fria
Madrugada fria,
cercada por expectativa nenhuma,
não fosse teu telefonema
prometendo um outro horas mais tarde,
palavras mais tarde.
Voz pacata, gostosa de ouvir,
de imaginar tua boca proferindo
cada letra.
E nós conversamos sobre os mais
variados assuntos e eu te ouço
e tua voz é como um baseado,
que acalma, me faz rir, me deixa
completamente entregue
e te ouvir sorrir
e até mesmo ouvir teu silencio
são coisas esplendidas.
Ela desliga o telefone
mesmo que não fosse aquilo
que eu quisesse.
Ela desliga o telefone
e tudo ao meu redor
parece silenciar.
________________________
Aquilo Tudo
As paginas do velho romance inacabado
espalhadas por sobre a mesa e
pílulas e
cigarros e
canções e
camisinhas fechadas e
catálogos e
toda aquela parafernália e
ele sabia que aquilo tudo era em vão.
Guardava garrafas vazias de bebidas e
guardava muitas outras cheias e
não sabia
se viveria o bastante
para consumir aquilo tudo
já que o
tempo o
consumia alem do previsto.
Colecionava alguns corações
roubados
de moças incapazes de reconhecer
um verdadeiro cafajeste
quando se deparam
com
um.
Aquilo tudo era sem sentido.
Aquilo tudo buscava alguma razão.
Aquilo tudo era ele.
Aquilo tudo era o que não queria.
Queria alem de contas para pagar e
quebra-cabeças e
pessoas inoportunas e
as oportunas também e
corridas e
sexo e mais sexo e
álcool, cigarros e
alguns de maconha e
tinha toda a certeza de que
Aquilo tudo era ele.
Madrugada fria,
cercada por expectativa nenhuma,
não fosse teu telefonema
prometendo um outro horas mais tarde,
palavras mais tarde.
Voz pacata, gostosa de ouvir,
de imaginar tua boca proferindo
cada letra.
E nós conversamos sobre os mais
variados assuntos e eu te ouço
e tua voz é como um baseado,
que acalma, me faz rir, me deixa
completamente entregue
e te ouvir sorrir
e até mesmo ouvir teu silencio
são coisas esplendidas.
Ela desliga o telefone
mesmo que não fosse aquilo
que eu quisesse.
Ela desliga o telefone
e tudo ao meu redor
parece silenciar.
________________________
Aquilo Tudo
As paginas do velho romance inacabado
espalhadas por sobre a mesa e
pílulas e
cigarros e
canções e
camisinhas fechadas e
catálogos e
toda aquela parafernália e
ele sabia que aquilo tudo era em vão.
Guardava garrafas vazias de bebidas e
guardava muitas outras cheias e
não sabia
se viveria o bastante
para consumir aquilo tudo
já que o
tempo o
consumia alem do previsto.
Colecionava alguns corações
roubados
de moças incapazes de reconhecer
um verdadeiro cafajeste
quando se deparam
com
um.
Aquilo tudo era sem sentido.
Aquilo tudo buscava alguma razão.
Aquilo tudo era ele.
Aquilo tudo era o que não queria.
Queria alem de contas para pagar e
quebra-cabeças e
pessoas inoportunas e
as oportunas também e
corridas e
sexo e mais sexo e
álcool, cigarros e
alguns de maconha e
tinha toda a certeza de que
Aquilo tudo era ele.
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